- dicionário
- do b. Lat. dictionariu < Lat. dictione, locução
- s. m.,
- conjunto dos vocábulos de uma língua ou dos termos próprios de uma ciência ou arte, dispostos por ordem alfabética e com a respectiva significação ou a sua versão noutra língua.
- do b. Lat. dictionariu < Lat. dictione, locução
quarta-feira, junho 07, 2006
Bobagem metalingüística.
segunda-feira, junho 05, 2006
Lá no PC!
Isto vai completamente contra a conduta deste blog, mas sendo ele nada mais do que um blog, creio que não se manifestará contrário ao que vou dizer:
Tenho que escrever o texto introdutório do blog Lá no PC!, que é, obviamente, o blog do Plano C. Mas não está fácil. É uma responsabilidade relativamente grande, é difícil fazer textos introdutórios decentes.
Acho que não vou sair muito do básico.
É isso aí.
Tenho que escrever o texto introdutório do blog Lá no PC!, que é, obviamente, o blog do Plano C. Mas não está fácil. É uma responsabilidade relativamente grande, é difícil fazer textos introdutórios decentes.
Acho que não vou sair muito do básico.
É isso aí.
quinta-feira, junho 01, 2006
Minha utopia de estimação.
Apenas o silêncio e o nada podem ser realmente perfeitos. A falta de algo é a única coisa sem falha alguma, sem absolutamente nada. Mas como já discuti anteriormente, não sei se realmente é possível alcançar o nada.
Eu gostaria que fosse. Eu realmente espero que ao fim de minha vida tudo se torne... ah, bem, para que evitar a repetição, quando necessária? Bem, que tudo se torne nada.
O mundo dando lugar ao não-mundo e mais toda essa baboseira (hah.) teórica. O fato é que vocês não deviam se preocupar em ler este post. É um vazio, não tentem buscar algo no que não existe.
Obrigado.
Eu gostaria que fosse. Eu realmente espero que ao fim de minha vida tudo se torne... ah, bem, para que evitar a repetição, quando necessária? Bem, que tudo se torne nada.
O mundo dando lugar ao não-mundo e mais toda essa baboseira (hah.) teórica. O fato é que vocês não deviam se preocupar em ler este post. É um vazio, não tentem buscar algo no que não existe.
Obrigado.
quinta-feira, maio 25, 2006
Resposta à Camila:
"Olá, meu nome é Camila e eu gostaria de saber passo a passo como conquistar uma garota. 88. xD"
Obrigado por entrar em contato conosco. Não posso falar por minhas próprias palavras, mas existe um livro do renomado Ricardo Koiti d'Abreu que diz "como chegar em uma garota". Segue-se o extrato adiante:
"Se há algo que é universalmente aceito como primeira frase ao 'chegar' numa garota, este algo é a milenaríssima [haha] frase:
'Oi.'
E há também o resto, que pode ser 'Meu nome é tal' ou 'Você tem uma cola para me emprestar?' ou até mesmo 'Eu vi você sentada, sozinha, nesse banco, olhando fixamente para lá, como que se esperasse alguém. Eu também espero alguém, posso sentar aqui?' 'Pode, oras, o banco é público" e ela ri-se, e aí você já vem com 'Esperando o namorado?' 'De que te interessa?' 'Nada, só curiosidade. Eu espero amigos, mas acho que eles não mais vêm.' 'Eu espero meu carona.' 'Que é seu namorado, presumo.' 'Meu irmão.' 'Então há chances.' 'Chances? O que você ach...' 'Chances dele não atrasar tanto. Namorados estão sempre desgraçadamente atrasados!' 'E qual a sua experiência com namorados? É um deles ou tem um deles?' E desta vez você sorri, 'Nenhum dos dois, nem tenho nem sou. Tampouco tenho namorada, e também me parece difícil que eu seja uma.' 'Realmente, parece.' 'E meu nome é de homem, chamo-me Carlos.' 'Que coincidência, eu sou Clara!' 'Clara crocodilo?' 'Ahn?' 'Haha, nada não.' 'Ah.' 'Pois foi um prazer conhecê-la, acho que já devo ir embora.' 'Mas e seus amigos?' 'Já se atrasaram mais de hora. E seu irmão?' 'Só chega daqui a quarenta minutos, estava apenas a divagar um pouco, a olhar os carros em movimento, esperando algo acontecer.' 'Pois aconteceu. Aceita comer algo no Gopala?' 'Eu já comi...' 'Então tenho uma idéia melhor. Garanto que em meia hora estamos de volta.' 'E o que é?' 'Segredo. Vem comigo?' 'Vou.'"
Obrigado pela assuidade e pela coragem de mandar esta dúvida!
Obrigado por entrar em contato conosco. Não posso falar por minhas próprias palavras, mas existe um livro do renomado Ricardo Koiti d'Abreu que diz "como chegar em uma garota". Segue-se o extrato adiante:
"Se há algo que é universalmente aceito como primeira frase ao 'chegar' numa garota, este algo é a milenaríssima [haha] frase:
'Oi.'
E há também o resto, que pode ser 'Meu nome é tal' ou 'Você tem uma cola para me emprestar?' ou até mesmo 'Eu vi você sentada, sozinha, nesse banco, olhando fixamente para lá, como que se esperasse alguém. Eu também espero alguém, posso sentar aqui?' 'Pode, oras, o banco é público" e ela ri-se, e aí você já vem com 'Esperando o namorado?' 'De que te interessa?' 'Nada, só curiosidade. Eu espero amigos, mas acho que eles não mais vêm.' 'Eu espero meu carona.' 'Que é seu namorado, presumo.' 'Meu irmão.' 'Então há chances.' 'Chances? O que você ach...' 'Chances dele não atrasar tanto. Namorados estão sempre desgraçadamente atrasados!' 'E qual a sua experiência com namorados? É um deles ou tem um deles?' E desta vez você sorri, 'Nenhum dos dois, nem tenho nem sou. Tampouco tenho namorada, e também me parece difícil que eu seja uma.' 'Realmente, parece.' 'E meu nome é de homem, chamo-me Carlos.' 'Que coincidência, eu sou Clara!' 'Clara crocodilo?' 'Ahn?' 'Haha, nada não.' 'Ah.' 'Pois foi um prazer conhecê-la, acho que já devo ir embora.' 'Mas e seus amigos?' 'Já se atrasaram mais de hora. E seu irmão?' 'Só chega daqui a quarenta minutos, estava apenas a divagar um pouco, a olhar os carros em movimento, esperando algo acontecer.' 'Pois aconteceu. Aceita comer algo no Gopala?' 'Eu já comi...' 'Então tenho uma idéia melhor. Garanto que em meia hora estamos de volta.' 'E o que é?' 'Segredo. Vem comigo?' 'Vou.'"
Obrigado pela assuidade e pela coragem de mandar esta dúvida!
domingo, maio 21, 2006
A tênue linha entre o amor e o ódio (caixa-baixa).
- Eu te amo.
"Diabos, foi inevitável. Eu precisava dizer essas palavras, essas malditas palavras. Burro, burro, ela vai... Ela não vai gostar!"
- Por favor, não fique quieta...
"Isso não é bom. Não pode ser bom. O quê? Que resposta absurda!"
- Como assim "estou louco"?
"Ela parece estar quase lacrimejando, os olhos dela..."
- Mas... Você esteve comigo todo esse tempo, andando comigo, conversando comigo... Me dando bola...
"Não acredito!"
- Eu te entendi errado? Mas que droga! E os seus olhares?
"Ela... não. Droga."
- Você olha assim pra todo mundo? Você acha que eu sou idiota?
"Vadia, cadela, ficou insinuando-se todo esse tempo e agora... Puta!"
- Você não respondeu: você acha que eu sou idiota?
"Se eu pudesse, eu acertava uma na cara dessa vagabunda."
- Pode jogar na minha cara, vai! Você só tava brincando comigo, né?
"..."
- Enfia essas desculpas no seu rabo!
"Ainda tem a coragem de fingir o pranto..."
- Não importa nada dessa merda! Eu te odeio, sua vaca. Eu te... odeio.
"Vamos, chora de verdade!"
- Isso, vai embora! Vai pegar outro otário!
"É... Nem gostava dela, mesmo."
"Diabos, foi inevitável. Eu precisava dizer essas palavras, essas malditas palavras. Burro, burro, ela vai... Ela não vai gostar!"
- Por favor, não fique quieta...
"Isso não é bom. Não pode ser bom. O quê? Que resposta absurda!"
- Como assim "estou louco"?
"Ela parece estar quase lacrimejando, os olhos dela..."
- Mas... Você esteve comigo todo esse tempo, andando comigo, conversando comigo... Me dando bola...
"Não acredito!"
- Eu te entendi errado? Mas que droga! E os seus olhares?
"Ela... não. Droga."
- Você olha assim pra todo mundo? Você acha que eu sou idiota?
"Vadia, cadela, ficou insinuando-se todo esse tempo e agora... Puta!"
- Você não respondeu: você acha que eu sou idiota?
"Se eu pudesse, eu acertava uma na cara dessa vagabunda."
- Pode jogar na minha cara, vai! Você só tava brincando comigo, né?
"..."
- Enfia essas desculpas no seu rabo!
"Ainda tem a coragem de fingir o pranto..."
- Não importa nada dessa merda! Eu te odeio, sua vaca. Eu te... odeio.
"Vamos, chora de verdade!"
- Isso, vai embora! Vai pegar outro otário!
"É... Nem gostava dela, mesmo."
segunda-feira, maio 15, 2006
Reino do Terror?
A vontade brasileira de imitar os estrangeiros, em especial os americanos, finalmente pôde ser satisfeita, na cidade de São Paulo.
Temos nossos terroristas aqui, muito menos ortodoxos que os do Oriente Médio e, certamente, menos suicidas que os mesmos. Mas eles são terroristas e fazem seus ataques flamboyant, ou ao menos fingem que fazem.
Sem querer desmerecer os mortos pelos atentados do PCC. Eles existem e eu não duvido disso. Mas hoje, em minha prezadíssima escola (sem ironias), presenciei o efeito do medo nas pessoas. Ou, como elas mesmas dizem, "não é medo, é só pra garantir que nada ruim acontecerá" ou "não sou eu, são meus pais".
Eu acredito. Mas são estes aspectos que caracterizam a indústria do medo: há uma ameaça real, e qualquer um pode sofrer com ela. Portanto, compremos todos máscaras de gás e fuzis!
Além disso, nota-se a presença de diversos boatos inconsistentes, mas que numa situação calamitosa soam verossímeis:
A estação Sé foi metralhada! A Ana Rosa também! Bombardearam o Paraíso!
Puxa vida! Até o Éden está sendo atacado? Os bandidos são tão poderosos que têm poder também no pós-vida?
Bang bang, para vocês.
PS: Voltei mais cedo do que planejara para casa no dia de hoje, com meu papai. Só por precaução, claro.
Temos nossos terroristas aqui, muito menos ortodoxos que os do Oriente Médio e, certamente, menos suicidas que os mesmos. Mas eles são terroristas e fazem seus ataques flamboyant, ou ao menos fingem que fazem.
Sem querer desmerecer os mortos pelos atentados do PCC. Eles existem e eu não duvido disso. Mas hoje, em minha prezadíssima escola (sem ironias), presenciei o efeito do medo nas pessoas. Ou, como elas mesmas dizem, "não é medo, é só pra garantir que nada ruim acontecerá" ou "não sou eu, são meus pais".
Eu acredito. Mas são estes aspectos que caracterizam a indústria do medo: há uma ameaça real, e qualquer um pode sofrer com ela. Portanto, compremos todos máscaras de gás e fuzis!
Além disso, nota-se a presença de diversos boatos inconsistentes, mas que numa situação calamitosa soam verossímeis:
A estação Sé foi metralhada! A Ana Rosa também! Bombardearam o Paraíso!
Puxa vida! Até o Éden está sendo atacado? Os bandidos são tão poderosos que têm poder também no pós-vida?
Bang bang, para vocês.
PS: Voltei mais cedo do que planejara para casa no dia de hoje, com meu papai. Só por precaução, claro.
quinta-feira, abril 27, 2006
Interlúdio.
Então ele disse, Não pode haver motivo para alarde, Não, perguntou o outro, Não mesmo, é certeza que isto dará certo, não há o que temer, respondeu o primeiro. Mas será que nada dará errado mesmo, insistiu o segundo, inseguro, Assim, eu não sei se a chance é tão pequena assim, É sim, eu já te disse, gritou o segundo, Mas se as chances são pequenas significa que elas existem, Eu não disse que não existiam, Disse sim, você falou que era certeza, Falei por falar, não há como ter certeza, poxa.
segunda-feira, abril 17, 2006
Orações subordinadas adjetivas.
Nota-se com facilidade que das muitas coisas que falamos quando realizamos uma discussão que tem como objetivo explicar as idéias que queremos mostrar, assim como somá-las às outras que queremos dizer, usamos extensivamente as orações subordinadas adjetivas, que se utilizam de outras frases que podem dar outras informações mais profundas que poderão assim definir melhor as coisas que devem ser discutidas ou que devem ser limitadas, havendo casos em que se deve e em outros em que não se deve utilizar a vírgula. Vemos então que o estudo das orações que foi realizado em nossas séries fundamentais realmente é útil em todas as situações que necessitam de uma subordinação, que é adjetiva.
=
Adorno demais é igual a transtorno.
Ou, em outras palavras:
Adorno que é utilizado em demasia é igual a transtorno que é causado justamente pelo uso excessivo de expressões que acabam por ser repetições de palavras e idéias que já foram amplamente entendidas.
=
Adorno demais é igual a transtorno.
Ou, em outras palavras:
Adorno que é utilizado em demasia é igual a transtorno que é causado justamente pelo uso excessivo de expressões que acabam por ser repetições de palavras e idéias que já foram amplamente entendidas.
quinta-feira, abril 13, 2006
Quatro bimestres elevados a três!
Isto está sob manutenção. Pois é, enganei vocês, esse post pode se modificar por si próprio. Hahaha.
domingo, abril 09, 2006
Somando críticas
Poemas
Não se fazem
De versos
!
Poemas
Não se fazem
De versos
Não!
Poemas
Não se fazem
Não,
Não!
Poemas
Não,
Não,
Não!
Não;
Não,
Não,
Não!
Nem de estrofes.
Não se fazem
De versos
!
Poemas
Não se fazem
De versos
Não!
Poemas
Não se fazem
Não,
Não!
Poemas
Não,
Não,
Não!
Não;
Não,
Não,
Não!
Nem de estrofes.
segunda-feira, abril 03, 2006
Nova Litera!
Tomei como missão pessoal participar do desenvolvimento da Nova Literatura. Não que ela realmente necessite de muitos elementos novos e inovadores, mas... De certa forma, quero participar da Literatura. Da nossa literatura, a que será feita daqui a algumas décadas.
literatura - s.f
o exercício da eloquência e da poesia;
conjunto de produções literárias de um país ou de uma época;
carreira das letras.
- de cordel: literatura de baixa qualidade.
Será possível haver uma literatura comercial sem ser de cordel? Há diversos exemplos bons, e mais diversos - e perversos- desanimadores.
Seja como for, eu, em minha ambição um tanto infantil, produzo. Embora caros amigos meus no ofício das artes digam que é uma tremenda tolice, arrisco até a escrever um livro. Não sou grande adepto de teoria antes de ação, mas levo o lema teoria é ação anotado em meu caderno humilde e malenque.
Não espero que realmente haja espaço para mim, mas tenho esperanças de poder abrir meu próprio espaço, meu próprio nicho. E viver disso, somente disso algum dia, quem sabe.
Desenvolver algo novo. Nova Litera. Alguns companheiros dizem que estão comigo nessa luta, os mesmos (o mesmo) que me desencorajam a seguir em frente com meu livreco. Com opiniões divergentes ou não, espero conseguir aliados.
Pela Nova Letra!
- do Lat. literratura
o exercício da eloquência e da poesia;
conjunto de produções literárias de um país ou de uma época;
carreira das letras.
- de cordel: literatura de baixa qualidade.
Será possível haver uma literatura comercial sem ser de cordel? Há diversos exemplos bons, e mais diversos - e perversos- desanimadores.
Seja como for, eu, em minha ambição um tanto infantil, produzo. Embora caros amigos meus no ofício das artes digam que é uma tremenda tolice, arrisco até a escrever um livro. Não sou grande adepto de teoria antes de ação, mas levo o lema teoria é ação anotado em meu caderno humilde e malenque.
Não espero que realmente haja espaço para mim, mas tenho esperanças de poder abrir meu próprio espaço, meu próprio nicho. E viver disso, somente disso algum dia, quem sabe.
Desenvolver algo novo. Nova Litera. Alguns companheiros dizem que estão comigo nessa luta, os mesmos (o mesmo) que me desencorajam a seguir em frente com meu livreco. Com opiniões divergentes ou não, espero conseguir aliados.
Pela Nova Letra!
Anotações sobre a Magia (matemática).
Nota: Estou utilizando meu blog como rascunho para minhas idéias. Não liguem.
A magia de Quadratta tem lá suas similaridades com a 'magia' da trilogia 'Matrix'. Basicamente, trata-se de quebrar limites. Também trata-se de números.
A questão aqui é que o universo de Quadratta é fruto de uma inequação de uma mente inadequada. Além disso, as leis numéricas regem o mundo de Quadratta. Mas... Até que ponto? Talvez o significado esteja além de simplesmente controlar as ações da população.
Com a matemática apenas talvez seja possível modificar o mundo. Afinal, porque a matemática precisa ser apenas uma idéia, e não um conceito real? A força dos homens é potente o suficiente para isso, em meu mundo cúbico.
Sendo assim, é possível voar, simplesmente caindo para cima, alterando o sinal da aceleração da gravidade. É possível um sem-fim de coisas, limitado apenas por números. Números... Então, Elevado a Três tornar-se-á um novo Harry Potter?
Nunca.
Entretanto, o contraste racionalidade/magia é interessante, embora não tão inédito. Mas acredito que posso sim inovar, de certa forma.
Afinal, quem determina as verdades de meu universo sou eu, e apenas eu. Mesmo que eles nunca saibam que estão errados, que todos acreditem numa besteira qualquer, eu saberei a verdade.
Escrever é bom.
Fim de devaneios.
A magia de Quadratta tem lá suas similaridades com a 'magia' da trilogia 'Matrix'. Basicamente, trata-se de quebrar limites. Também trata-se de números.
A questão aqui é que o universo de Quadratta é fruto de uma inequação de uma mente inadequada. Além disso, as leis numéricas regem o mundo de Quadratta. Mas... Até que ponto? Talvez o significado esteja além de simplesmente controlar as ações da população.
Com a matemática apenas talvez seja possível modificar o mundo. Afinal, porque a matemática precisa ser apenas uma idéia, e não um conceito real? A força dos homens é potente o suficiente para isso, em meu mundo cúbico.
Sendo assim, é possível voar, simplesmente caindo para cima, alterando o sinal da aceleração da gravidade. É possível um sem-fim de coisas, limitado apenas por números. Números... Então, Elevado a Três tornar-se-á um novo Harry Potter?
Nunca.
Entretanto, o contraste racionalidade/magia é interessante, embora não tão inédito. Mas acredito que posso sim inovar, de certa forma.
Afinal, quem determina as verdades de meu universo sou eu, e apenas eu. Mesmo que eles nunca saibam que estão errados, que todos acreditem numa besteira qualquer, eu saberei a verdade.
Escrever é bom.
Fim de devaneios.
sábado, abril 01, 2006
Acabou o sonho.
Pois é, minha gente. Não quero ser mais escritor.
Caí na real: eu escrevo mal pra caramba. Não domino figuras de linguagem, não tenho a menor noção de estilo... Sou mais um imbecil achando que sabe escrever alguma coisinha.
Acabou. O livro que eu vinha escrevendo, o Elevado a Três, morreu também. Não vou continuar mais.
Também acabou meu sonho de algum dia publicá-lo, obviamente. Meu estilo cru e medíocre me irritou tanto que agora me cansei.
Para todos que acreditavam em mim, muito obrigado.
Para os outros que torciam pela minha derrota: vocês estavam certos.
Caí na real: eu escrevo mal pra caramba. Não domino figuras de linguagem, não tenho a menor noção de estilo... Sou mais um imbecil achando que sabe escrever alguma coisinha.
Acabou. O livro que eu vinha escrevendo, o Elevado a Três, morreu também. Não vou continuar mais.
Também acabou meu sonho de algum dia publicá-lo, obviamente. Meu estilo cru e medíocre me irritou tanto que agora me cansei.
Para todos que acreditavam em mim, muito obrigado.
Para os outros que torciam pela minha derrota: vocês estavam certos.
quinta-feira, março 30, 2006
Preconceito.
Desculpem, mas este será um post indignado.
Tive uma discussão com minha mãe agora há pouco. Resolvi, experimentalmente, contar pra ela que usei uma saia hoje. Infelizmente, a reação dela passou um tanto do esperado e calculado.
Eu imaginava que ela acharia bobagem, perguntaria porque diabos eu vesti a saia e outras coisas do tipo. Foi engraçado ver que ela disse "Ah, se seu pai fica sabendo disso", e depois "Espera só seu pai saber disso".
E me deu todo um sermão sobre a impressão das outras pessoas. Falou que se eu queria me travestir, era melhor eu já avisar pra ela já ir se preparando. Disse também que meus amigos (hah, meus AMIGOS) falariam de mim pelas costas, me chamando de viado e tralala. E ressaltou que eu falo que não me importo porque não sei em que dimensão isso pode chegar.
Pois eu pergunto:
Até onde o preconceito pode chegar?
Eu tenho plena convicção de minha "escolha" sexual, e tenho certeza que todos os meus amigos de verdade sabem que sou hétero, e mesmo que eu não fosse, não ligariam para isso.
Tenho plena convicção também que o ambiente da Federal não possui muitas pessoas que julgam as outras nesse sentido. Elas podem até pensar: "Olha que bicha!" ou até comentar isso com alguém do lado, mas podem também mudar de opinião caso convivam melhor com a pessoa.
Por que a censura de minha mãe (que, aliás, ouviu um discurso inflamado meu, em defesa de meus ideais [que se resumem a: a saia é bonita, é confortável e é divertida de usar, não há porque censurar isso] e dos alunos da CEFET-SP)? Digo, ela é uma pessoa inteligente, com acesso a bastante informação.
Por que essa vontade intensa de manter os seus mesmos valores? Eu não estava pedindo para colocar um piercing, muito menos tatuar-me. Aliás, nem pedia nada. Apenas mostrei o que eu tinha feito nesse dia.
Aliás, ela concordou com a postura da escola (de proibir a saia masculina).
Eu acho isso absurdo. São valores portugueses que perduram até hoje e que já deviam ter sido quebrados há muito. Somos um povo tropical, ora bolas!
E... Tá, esse post foi uma bobagem só. Mas vou deixá-lo por aqui. Só espero que meu pai não descubra o que aqui escrevi.
Tive uma discussão com minha mãe agora há pouco. Resolvi, experimentalmente, contar pra ela que usei uma saia hoje. Infelizmente, a reação dela passou um tanto do esperado e calculado.
Eu imaginava que ela acharia bobagem, perguntaria porque diabos eu vesti a saia e outras coisas do tipo. Foi engraçado ver que ela disse "Ah, se seu pai fica sabendo disso", e depois "Espera só seu pai saber disso".
E me deu todo um sermão sobre a impressão das outras pessoas. Falou que se eu queria me travestir, era melhor eu já avisar pra ela já ir se preparando. Disse também que meus amigos (hah, meus AMIGOS) falariam de mim pelas costas, me chamando de viado e tralala. E ressaltou que eu falo que não me importo porque não sei em que dimensão isso pode chegar.
Pois eu pergunto:
Até onde o preconceito pode chegar?
Eu tenho plena convicção de minha "escolha" sexual, e tenho certeza que todos os meus amigos de verdade sabem que sou hétero, e mesmo que eu não fosse, não ligariam para isso.
Tenho plena convicção também que o ambiente da Federal não possui muitas pessoas que julgam as outras nesse sentido. Elas podem até pensar: "Olha que bicha!" ou até comentar isso com alguém do lado, mas podem também mudar de opinião caso convivam melhor com a pessoa.
Por que a censura de minha mãe (que, aliás, ouviu um discurso inflamado meu, em defesa de meus ideais [que se resumem a: a saia é bonita, é confortável e é divertida de usar, não há porque censurar isso] e dos alunos da CEFET-SP)? Digo, ela é uma pessoa inteligente, com acesso a bastante informação.
Por que essa vontade intensa de manter os seus mesmos valores? Eu não estava pedindo para colocar um piercing, muito menos tatuar-me. Aliás, nem pedia nada. Apenas mostrei o que eu tinha feito nesse dia.
Aliás, ela concordou com a postura da escola (de proibir a saia masculina).
Eu acho isso absurdo. São valores portugueses que perduram até hoje e que já deviam ter sido quebrados há muito. Somos um povo tropical, ora bolas!
E... Tá, esse post foi uma bobagem só. Mas vou deixá-lo por aqui. Só espero que meu pai não descubra o que aqui escrevi.
terça-feira, março 28, 2006
segunda-feira, março 20, 2006
Manual Prático da Auto-Caracterização (ou: como parecer muito mais do que você é!)!
Sejam bem vindos ao... Manual Prático da Auto-Caracterização!
Sim, agora você pode ser mais do que você mesmo é!
Pois bem, comecemos nossa aula. Você é um simples mortal, tão sem graça quanto outro qualquer. Sente-se mais uma formiguinha invisível no mundo, tem suas idéias negadas a maior parte do tempo e, infelizmente, é um zero à esquerda com qualquer coisa com mais curvas que uma tábua de passar roupa.
Mas eu tenho a solução!
Você pode achar que não tem um problema tão sério assim, mas é óbvio que seu caso é grave. O seu caso sempre é grave, embora a maior parte das pessoas não dê a mínima para isto. Como brilhar? Tem que haver um modo de ser melhor do que os outros, não tem?
Pois bem, começaremos com a lição básica: você nunca será nada sendo apenas você. Você é medíocre. Mas você pode facilmente fingir ser mais do que é! Seguem-se as dicas:
1- Fale alto. Mas não fale alto demais. Fale apenas alto o suficiente para sua voz sobrepor a de todos os outros, mas sem machucar os ouvidos de ninguém. Ao conseguir a atenção das outras pessoas mantenha contato visual e nunca perca a atenção delas. Sorria.
2- Seja engraçado, mas apenas o suficiente para não parecer um bobo-da-corte. A não ser que você queira ser conhecido pela sua quantidade exorbitante de ridicularidade.
3- Invente trejeitos. Aja levemente diferente das outras pessoas. Invente gírias e faça elas tornarem-se suas trademarks. Ria com gosto, brinque com as outras pessoas, mas sempre pareça preocupado com o que elas pensam. Deixe que as outras pessoas falem sobre elas, para então ter uma oportunidade de falar sobre sua vida legal.
4- Sempre tente conquistar espaço. Mas nunca seja invasivo. Brinque de conquistar direitos sobre a outra pessoa, brinque com os sentimentos de todos e sempre sorria, mesmo que você queira matar a outra pessoa. Fique bravo quando te desrespeitarem demais, mas nunca deixe muito claro o que é desrespeitar demais para você.
5- Seja inconstante. Mesmo que você seja completamente estável, finja ser inconstante. Não acompanhe as modas, invente-as.
6- Fale sobre qualquer coisa, mesmo que não saiba nada a respeito ou odeie o assunto. Seja simpático, mas nunca pareça burro.
7- Dance.
8- Beije.
9- Faça sexo, ou finja que faça sexo. Conte para todo mundo depois (sejam as experiências reais ou não).
10- Fale sobre assuntos mundanos como se eles fossem a coisa mais interessante do mundo! O segredo é agregar valor às coisas, principalmente às que não têm valor algum.
[...]
Sim, agora você pode ser mais do que você mesmo é!
Pois bem, comecemos nossa aula. Você é um simples mortal, tão sem graça quanto outro qualquer. Sente-se mais uma formiguinha invisível no mundo, tem suas idéias negadas a maior parte do tempo e, infelizmente, é um zero à esquerda com qualquer coisa com mais curvas que uma tábua de passar roupa.
Mas eu tenho a solução!
Você pode achar que não tem um problema tão sério assim, mas é óbvio que seu caso é grave. O seu caso sempre é grave, embora a maior parte das pessoas não dê a mínima para isto. Como brilhar? Tem que haver um modo de ser melhor do que os outros, não tem?
Pois bem, começaremos com a lição básica: você nunca será nada sendo apenas você. Você é medíocre. Mas você pode facilmente fingir ser mais do que é! Seguem-se as dicas:
1- Fale alto. Mas não fale alto demais. Fale apenas alto o suficiente para sua voz sobrepor a de todos os outros, mas sem machucar os ouvidos de ninguém. Ao conseguir a atenção das outras pessoas mantenha contato visual e nunca perca a atenção delas. Sorria.
2- Seja engraçado, mas apenas o suficiente para não parecer um bobo-da-corte. A não ser que você queira ser conhecido pela sua quantidade exorbitante de ridicularidade.
3- Invente trejeitos. Aja levemente diferente das outras pessoas. Invente gírias e faça elas tornarem-se suas trademarks. Ria com gosto, brinque com as outras pessoas, mas sempre pareça preocupado com o que elas pensam. Deixe que as outras pessoas falem sobre elas, para então ter uma oportunidade de falar sobre sua vida legal.
4- Sempre tente conquistar espaço. Mas nunca seja invasivo. Brinque de conquistar direitos sobre a outra pessoa, brinque com os sentimentos de todos e sempre sorria, mesmo que você queira matar a outra pessoa. Fique bravo quando te desrespeitarem demais, mas nunca deixe muito claro o que é desrespeitar demais para você.
5- Seja inconstante. Mesmo que você seja completamente estável, finja ser inconstante. Não acompanhe as modas, invente-as.
6- Fale sobre qualquer coisa, mesmo que não saiba nada a respeito ou odeie o assunto. Seja simpático, mas nunca pareça burro.
7- Dance.
8- Beije.
9- Faça sexo, ou finja que faça sexo. Conte para todo mundo depois (sejam as experiências reais ou não).
10- Fale sobre assuntos mundanos como se eles fossem a coisa mais interessante do mundo! O segredo é agregar valor às coisas, principalmente às que não têm valor algum.
[...]
terça-feira, março 07, 2006
Crônica (fictícia) rabiscada no caderno.
- Cê tá me mentindo.
- Estou nada.
- Cê tá falando sério mesmo?
- Olha, não podia ser mais sério do que o que eu falei. É verdade.
- Cê comeu ela mesmo?
- Aham.
- Mas... Mas... Ela parece o tipo de pessoa que é virgem pra sempre!
- Que nada. Ela é safada.
- É? Ela é tão... meiga!
- Isso porque você não conhece direito...
- Foi bom?
- Ô. Foi ótimo.
- O que cês fizeram, exatamente?
- Porra, aí já não interessa.
- Ahn... Parabéns, cara.
- Parabéns por o quê?
- Parabéns, ué. Sempre quis trepá com ela.
- Sério?
- Uhum, ela é tão...
- Olha, você podia não falar sobre os motivos pelos quais você queria fodê-la?
- Tá.
- Que bom.
- ...
- O que foi?
- Sortudo da porra.
- Não foi sorte.
- Foi o quê?
- Habilidade.
- ...
- Bom, acho que vou pra casa.
- Tá cansadinho, é? De tanto transar com a gostosa, é?
- Vá se foder.
E neste dia acabou uma amizade de 8 anos.
- Estou nada.
- Cê tá falando sério mesmo?
- Olha, não podia ser mais sério do que o que eu falei. É verdade.
- Cê comeu ela mesmo?
- Aham.
- Mas... Mas... Ela parece o tipo de pessoa que é virgem pra sempre!
- Que nada. Ela é safada.
- É? Ela é tão... meiga!
- Isso porque você não conhece direito...
- Foi bom?
- Ô. Foi ótimo.
- O que cês fizeram, exatamente?
- Porra, aí já não interessa.
- Ahn... Parabéns, cara.
- Parabéns por o quê?
- Parabéns, ué. Sempre quis trepá com ela.
- Sério?
- Uhum, ela é tão...
- Olha, você podia não falar sobre os motivos pelos quais você queria fodê-la?
- Tá.
- Que bom.
- ...
- O que foi?
- Sortudo da porra.
- Não foi sorte.
- Foi o quê?
- Habilidade.
- ...
- Bom, acho que vou pra casa.
- Tá cansadinho, é? De tanto transar com a gostosa, é?
- Vá se foder.
E neste dia acabou uma amizade de 8 anos.
quinta-feira, março 02, 2006
Impotência.
"A impotência é o pior sentimento humano", disse alguém. Não conseguir algo é diretamente correlacionado com a idéia de fracasso. E como poderia ser diferente? Não poder é não realizar. Sem realizações não há satisfação do ego.
Mas por que temos que fazer diferença no mundo? A impotência foi criada pelos homens justamente por sermos os únicos animais terrestres cujas pretensões vão muito além da sobrevivência. Trocamos poderes por deveres.
O que poderia ser feito passa a dever ser feito. A sociedade requere. Mas muito mais importante, muito mais íntimo: nós mesmos requeremos.
E aí está o problema: sentimo-nos mal quando não podemos justamente por acharmos que devemos ser, fazer e conquistar tudo. Somos impotentes, todos nós. É impossível conseguir tudo a própria idéia de conseguir tudo é um tanto imbecil. Mas mesmo assim, somos eternos fracassados.
É claro que achamos (ou, muito mais apropriado, inventamos) um poderosíssimo remédio para a impotência. E olha que nem estou falando do Viagra ®. Falo do dinheiro. Virtualmente tudo pode ser comprado por ele, e assim pode-se conseguir virtualmente todas as vontades mundiais. Podemos enfim ser (virtualmente) felizes. Pelo menos até a próxima desilusão.
A culpa talvez seja de nossos pais, que nos mimam, nos protegem, nos dão tudo que queremos. Será? Mesmo quem teve pouco dado pelos pais, e talvez até principalmente estes, sentem a impotência desde pequenos. Impotentes por terem menos do que os garotos estragados? Talvez. Impotentes por perceberem que o mundo é enormemente grande e nós somos minúsculos? Talvez.
Às vezes, queremos algo apenas para evitar a sensação de que não conseguimos este algo. Uma busca incessável pela não-impotência, como as garotas impossíveis de se conquistar dos filmes americanos, no eterno jogo de conquista-coração-foge-conquista-outro-coração e por aí vai.
Mas este sentimento está aí e nada podemos fazer contra ele. E se você não fica triste de saber disso, parabéns: você não está tão perto das garras da impotência.
Tenham todos um bom dia, se puderem.
PS: Ah, sim. Eu não estava muito motivado a escrever esse texto. Ou melhor, transcrever o modificando diretamente de meu caderno. Mas eu li na tela do blogger "Criar Postagem" e, por alguns instantes, li "Criar Coragem". Foi divino!
Mas por que temos que fazer diferença no mundo? A impotência foi criada pelos homens justamente por sermos os únicos animais terrestres cujas pretensões vão muito além da sobrevivência. Trocamos poderes por deveres.
O que poderia ser feito passa a dever ser feito. A sociedade requere. Mas muito mais importante, muito mais íntimo: nós mesmos requeremos.
E aí está o problema: sentimo-nos mal quando não podemos justamente por acharmos que devemos ser, fazer e conquistar tudo. Somos impotentes, todos nós. É impossível conseguir tudo a própria idéia de conseguir tudo é um tanto imbecil. Mas mesmo assim, somos eternos fracassados.
É claro que achamos (ou, muito mais apropriado, inventamos) um poderosíssimo remédio para a impotência. E olha que nem estou falando do Viagra ®. Falo do dinheiro. Virtualmente tudo pode ser comprado por ele, e assim pode-se conseguir virtualmente todas as vontades mundiais. Podemos enfim ser (virtualmente) felizes. Pelo menos até a próxima desilusão.
A culpa talvez seja de nossos pais, que nos mimam, nos protegem, nos dão tudo que queremos. Será? Mesmo quem teve pouco dado pelos pais, e talvez até principalmente estes, sentem a impotência desde pequenos. Impotentes por terem menos do que os garotos estragados? Talvez. Impotentes por perceberem que o mundo é enormemente grande e nós somos minúsculos? Talvez.
Às vezes, queremos algo apenas para evitar a sensação de que não conseguimos este algo. Uma busca incessável pela não-impotência, como as garotas impossíveis de se conquistar dos filmes americanos, no eterno jogo de conquista-coração-foge-conquista-outro-coração e por aí vai.
Mas este sentimento está aí e nada podemos fazer contra ele. E se você não fica triste de saber disso, parabéns: você não está tão perto das garras da impotência.
Tenham todos um bom dia, se puderem.
PS: Ah, sim. Eu não estava muito motivado a escrever esse texto. Ou melhor, transcrever o modificando diretamente de meu caderno. Mas eu li na tela do blogger "Criar Postagem" e, por alguns instantes, li "Criar Coragem". Foi divino!
domingo, fevereiro 26, 2006
Confissões.
Vou ser franco com vocês, meus leitores:
Encarei essa mesma tela do Blogger dezenas de vezes, desde minha última atualização de verdade.
Escrevi um número considerável de começos de posts, também. E acontece que não consigo postar nada. Eu não diria que não tenho o que falar, mas falta o como.
Não sei se é questão de innspiração, se secou meu mísero pocinho, eu sei que está difícil a coisa aqui.
Eu queria falar sobre o Amor-consumo, sobre o passado, sobre o vazio que toma a mente das pessoas (tema que eu abordei numa folha de meu caderno e que creio que não transporei para aqui).
Eu confesso que estou me sentindo incompetente.
Confesso... Devia me envergonhar? Alguém realmente espera algo dos posts? Não é apenas uma satisfação egocêntrica? Eu não sei.
Vocês terão notícias de mim quando eu me curar.
Encarei essa mesma tela do Blogger dezenas de vezes, desde minha última atualização de verdade.
Escrevi um número considerável de começos de posts, também. E acontece que não consigo postar nada. Eu não diria que não tenho o que falar, mas falta o como.
Não sei se é questão de innspiração, se secou meu mísero pocinho, eu sei que está difícil a coisa aqui.
Eu queria falar sobre o Amor-consumo, sobre o passado, sobre o vazio que toma a mente das pessoas (tema que eu abordei numa folha de meu caderno e que creio que não transporei para aqui).
Eu confesso que estou me sentindo incompetente.
Confesso... Devia me envergonhar? Alguém realmente espera algo dos posts? Não é apenas uma satisfação egocêntrica? Eu não sei.
Vocês terão notícias de mim quando eu me curar.
domingo, janeiro 29, 2006
S.I.G.L.A.S
S.I.G.L.A.S.: Scientist-Injuring, Geek-Lacerating Abomination of Spite
R.I.C.A.R.D.O.: Robotic Intelligent Construct Assembled for Repair and Dangerous Observation
A.M.O.R.A.: Angel Made for Orgasms and Rapturous Affection
B.I.S.S.A.: Bloke Imparting Sensual Stimulation and Affection
L.U.L.A.: Lycanthrope from the Underground Legendary Abbey
P.U.T.A.: Princess Undertaking Touches and Affection
F.E.D.E.R.A.L.: Functional Electronic Device Engineered for Repair and Accurate Learning
V.I.D.A.: Virile Individual Delivering Affection
M.O.R.T.E.: Malevolent, Orphan-Reaping Terror of Emotion
I.N.U.T.I.L.: Intelligent Networked Utility and Thorough Infiltration Lifeform
I.B.E.: Intelligent Biomechanical Entity
I.B.E.: Investigator-Beheading Enigma
I.B.E.: Individual Bestowing Embraces
L.O.L.: Logical Observation Lifeform
L.O.L.: Lover Offering Loving
M.H.S.: Marvelous Handsome Seductress
M.H.S.: Monster from the Haunted Sanctuary
M.H.S.: Machine Hardwired for Sabotage
H.A.C.K.Y.: Handcrafted Artificial Construct Keen on Yelling
H.A.C.K.Y.: Hunk Administering Carnal Kisses and Yeses
C.U.: Charming Unit
http://sexy.namedecoder.com/
http://monster.namedecoder.com/
http://cyborg.namedecoder.com/
R.I.C.A.R.D.O.: Robotic Intelligent Construct Assembled for Repair and Dangerous Observation
A.M.O.R.A.: Angel Made for Orgasms and Rapturous Affection
B.I.S.S.A.: Bloke Imparting Sensual Stimulation and Affection
L.U.L.A.: Lycanthrope from the Underground Legendary Abbey
P.U.T.A.: Princess Undertaking Touches and Affection
F.E.D.E.R.A.L.: Functional Electronic Device Engineered for Repair and Accurate Learning
V.I.D.A.: Virile Individual Delivering Affection
M.O.R.T.E.: Malevolent, Orphan-Reaping Terror of Emotion
I.N.U.T.I.L.: Intelligent Networked Utility and Thorough Infiltration Lifeform
I.B.E.: Intelligent Biomechanical Entity
I.B.E.: Investigator-Beheading Enigma
I.B.E.: Individual Bestowing Embraces
L.O.L.: Logical Observation Lifeform
L.O.L.: Lover Offering Loving
M.H.S.: Marvelous Handsome Seductress
M.H.S.: Monster from the Haunted Sanctuary
M.H.S.: Machine Hardwired for Sabotage
H.A.C.K.Y.: Handcrafted Artificial Construct Keen on Yelling
H.A.C.K.Y.: Hunk Administering Carnal Kisses and Yeses
C.U.: Charming Unit
http://sexy.namedecoder.com/
http://monster.namedecoder.com/
http://cyborg.namedecoder.com/
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Não existe nada.
Não existe nada, não existe improbabilidade.
(pausa paradoxal: Dizer que o nada não existe é niilismo?)
Tudo não é nada;
Alguma coisa não é nada;
Nada é nada, mas para nada ser, precisa ser algo.
Portanto, nada não é nada.
Se nada é nada, não pode ser nada.
Certo.
É fato conhecido por todos que as coisas mais improváveis insistem em acontecer, sempre. Sempre há algo improvável acontecendo. Se sempre há algo improvavel acontecendo, o improvável deixa de ser improvável, e assim, acontece nada. Ou não acontece nada, já que acontece o provável.
Improbabilidade é nada.
Sendo assim, substituindo:
Provável não é improvável;
Acontecimento não é improvável;
Improbabilidade é improvavel, mas para improbabilidade acontecer, precisa ser um acontecimento.
Portanto, improbabilidade não é improvável.
Se improbabilidade é improvável, não pode ser improvável.
O nada não existe.
A improbabilidade também não existe.
Adeus, vácuo.
(pausa paradoxal: Dizer que o nada não existe é niilismo?)
Tudo não é nada;
Alguma coisa não é nada;
Nada é nada, mas para nada ser, precisa ser algo.
Portanto, nada não é nada.
Se nada é nada, não pode ser nada.
Certo.
É fato conhecido por todos que as coisas mais improváveis insistem em acontecer, sempre. Sempre há algo improvável acontecendo. Se sempre há algo improvavel acontecendo, o improvável deixa de ser improvável, e assim, acontece nada. Ou não acontece nada, já que acontece o provável.
Improbabilidade é nada.
Sendo assim, substituindo:
Provável não é improvável;
Acontecimento não é improvável;
Improbabilidade é improvavel, mas para improbabilidade acontecer, precisa ser um acontecimento.
Portanto, improbabilidade não é improvável.
Se improbabilidade é improvável, não pode ser improvável.
O nada não existe.
A improbabilidade também não existe.
Adeus, vácuo.
quinta-feira, dezembro 29, 2005
segunda-feira, dezembro 19, 2005
A lógica (imbecil) da vida.
Princípios fundamentais da vida:
1- A vida existe para a morte. Sem vida não há morte, sem morte não há vida.
2- A vida é imbecil
2.a- Assim como todo o universo, partindo das partículas mais ínfimas às maiores (incluindo os seres humanos), a vida é conservativa. As coisas modificam-se, mas o total sempre continua igual.
2.b- Quando há possibilidade de sobrevivência e união, qualquer 'ser' agarra-se a ela, fazendo assim o princípio da multiplicação, evolução e morte.
Há muito, muito, muito tempo atrás, átomos se juntaram e se rejuntaram até formarem bactérias. Fizeram isso porque aconteceu, porque as diferenças elétricas levaram a isso.
Sem mais o que fazer, as bactérias viveram, sobreviveram, multiplicaram-se. Evoluíram.
E nem fizeram isso de propósito: As mutações em seu DNA (causadas por erros, vejam bem) que mostraram-se úteis a sua sobrevivência acabaram sendo adotadas como 'padrão', passadas para seus 'filhos'.
Enfim, as bactérias viviam para multiplicar-se e morrer.
Nesse jogo um tanto inútil de sobreviver por sobreviver, as coisas chegaram ao modo que são hoje. Peguemos o exemplo que 'conhecemos mais de perto', o humano.
Um monte de células, que não trabalham mais unicamente para sobrevivência própria, mas sim para a sobrevivência de todo o organismo. Organismo este cuja 'consciência' é formada por um monte de reações elétricas.
As células vivem para se dividir, morrer e evoluir, da mesma forma que o organismo todo vive para ter filhos, morrer e evoluir. Somos apenas versões macroscópicas de nossas células, e continuamos vivendo pelo mesmo ideal:
Jogar nossos genes para o futuro e morrer, para nossos filhos façam o mesmo, o mesmo, o mesmo... Indefinidamente.
Se não há nada após a morte, creio que isso tudo seja um tanto inútil e imbecil. Em última instância, não serve para nada. Lutamos por uma sobrevivência que sabemos que vai acabar, mas que esperamos prolongar com nossos filhos. De certa forma isso realmente acontece, mas... Seria o mesmo se não fizéssemos nada disso. Se apenas morrêssemos e deixássemos isso tudo pra lá, esquecendo nosso objetivo cego de seguir em frente, evoluir por meio de nossos erros (tanto macroscópicos quanto microscópicos) e simplesmente entender que a vida tem um fim.
Mas não estamos, e espero que nunca estejamos, preparados para tamanho 'egoísmo'. Sentimos dentro de nós a vontade de continuar a linhagem, de continuar o esforço inconsciente de nossos ancestrais eucarióticos. Pois continuamos, pois somos incitados por nossos hormônios a copular, e copular, e copular.
No fim, os humanos são exatamente o que eram no começo: apenas células.
Imbecil, mas é o que temos.
1- A vida existe para a morte. Sem vida não há morte, sem morte não há vida.
2- A vida é imbecil
2.a- Assim como todo o universo, partindo das partículas mais ínfimas às maiores (incluindo os seres humanos), a vida é conservativa. As coisas modificam-se, mas o total sempre continua igual.
2.b- Quando há possibilidade de sobrevivência e união, qualquer 'ser' agarra-se a ela, fazendo assim o princípio da multiplicação, evolução e morte.
Há muito, muito, muito tempo atrás, átomos se juntaram e se rejuntaram até formarem bactérias. Fizeram isso porque aconteceu, porque as diferenças elétricas levaram a isso.
Sem mais o que fazer, as bactérias viveram, sobreviveram, multiplicaram-se. Evoluíram.
E nem fizeram isso de propósito: As mutações em seu DNA (causadas por erros, vejam bem) que mostraram-se úteis a sua sobrevivência acabaram sendo adotadas como 'padrão', passadas para seus 'filhos'.
Enfim, as bactérias viviam para multiplicar-se e morrer.
Nesse jogo um tanto inútil de sobreviver por sobreviver, as coisas chegaram ao modo que são hoje. Peguemos o exemplo que 'conhecemos mais de perto', o humano.
Um monte de células, que não trabalham mais unicamente para sobrevivência própria, mas sim para a sobrevivência de todo o organismo. Organismo este cuja 'consciência' é formada por um monte de reações elétricas.
As células vivem para se dividir, morrer e evoluir, da mesma forma que o organismo todo vive para ter filhos, morrer e evoluir. Somos apenas versões macroscópicas de nossas células, e continuamos vivendo pelo mesmo ideal:
Jogar nossos genes para o futuro e morrer, para nossos filhos façam o mesmo, o mesmo, o mesmo... Indefinidamente.
Se não há nada após a morte, creio que isso tudo seja um tanto inútil e imbecil. Em última instância, não serve para nada. Lutamos por uma sobrevivência que sabemos que vai acabar, mas que esperamos prolongar com nossos filhos. De certa forma isso realmente acontece, mas... Seria o mesmo se não fizéssemos nada disso. Se apenas morrêssemos e deixássemos isso tudo pra lá, esquecendo nosso objetivo cego de seguir em frente, evoluir por meio de nossos erros (tanto macroscópicos quanto microscópicos) e simplesmente entender que a vida tem um fim.
Mas não estamos, e espero que nunca estejamos, preparados para tamanho 'egoísmo'. Sentimos dentro de nós a vontade de continuar a linhagem, de continuar o esforço inconsciente de nossos ancestrais eucarióticos. Pois continuamos, pois somos incitados por nossos hormônios a copular, e copular, e copular.
No fim, os humanos são exatamente o que eram no começo: apenas células.
Imbecil, mas é o que temos.
segunda-feira, dezembro 12, 2005
Uma questão de amoras.
Contrônica. Divirtam-se:
Aula de Matemática. Novamente aquele vazio enorme que surge sempre que não penso em absolutamente nada (para que pensar em números?), ou em absolutamente ninguém. Não penso, ou penso? Penso em problemas, mas não os de matemática que estão na lousa. Penso nos únicos problemas que eu realmente tenho:
São problemas com amoras.
Amoras não, com uma amora específica. Não é que ela esteja num galho alto demais para eu alcançar, ela está justamente aí, sedutora, pedindo para ser agarrada. Mas não é justamente esse o problema? Ela talvez, muito mais provavelmente, apenas é sedutora naturalmente, e está apenas parada esperando o tempo (ah, o tempo!) passar.
Por isso não sei se a pego. Quer dizer, eu me decidi que a pegaria, agarraria e enfiaria em minha boca. Mas... mas... Eu não consigo. Ela é tão quieta, sólida, enigmática... E ao mesmo tempo (sim, ao mesmo tempo), extrovertidamente convidativa. Ou é tudo introversão que eu vejo melhor que os outros?
Tenho medo de que a amora pare de brilhar para mim se eu tentar pegá-la. Tenho medo, tenho medo.
Medo irracional (sem entrar no mérito se todo medo é irracional ou não). Droga, o que fazer? Nos fatos presentes, só posso desenhar. Desenhar cousas que não aconteceram, não acontecerão, mas que representam outras cousas, e assim suscetivamente. Desenho cada vez melhor, me afundo cada vez mais.
Será que todos os meus desenhos acabam sendo puxados por essa obsessão por tal amora? Não sei. E nem gosto que me importunem a respeito.
Droga, acho que sou viado.
Não! Não posso ser viado! Digo, eu me relaciono com amoras, eu gosto de amoras, eu... Eu... Mas... A que eu quero... mas... Ah.
Droga. Acabou a aula de matemática. Tô fudido.
Em homenagem a pessoas mortas.
Aula de Matemática. Novamente aquele vazio enorme que surge sempre que não penso em absolutamente nada (para que pensar em números?), ou em absolutamente ninguém. Não penso, ou penso? Penso em problemas, mas não os de matemática que estão na lousa. Penso nos únicos problemas que eu realmente tenho:
São problemas com amoras.
Amoras não, com uma amora específica. Não é que ela esteja num galho alto demais para eu alcançar, ela está justamente aí, sedutora, pedindo para ser agarrada. Mas não é justamente esse o problema? Ela talvez, muito mais provavelmente, apenas é sedutora naturalmente, e está apenas parada esperando o tempo (ah, o tempo!) passar.
Por isso não sei se a pego. Quer dizer, eu me decidi que a pegaria, agarraria e enfiaria em minha boca. Mas... mas... Eu não consigo. Ela é tão quieta, sólida, enigmática... E ao mesmo tempo (sim, ao mesmo tempo), extrovertidamente convidativa. Ou é tudo introversão que eu vejo melhor que os outros?
Tenho medo de que a amora pare de brilhar para mim se eu tentar pegá-la. Tenho medo, tenho medo.
Medo irracional (sem entrar no mérito se todo medo é irracional ou não). Droga, o que fazer? Nos fatos presentes, só posso desenhar. Desenhar cousas que não aconteceram, não acontecerão, mas que representam outras cousas, e assim suscetivamente. Desenho cada vez melhor, me afundo cada vez mais.
Será que todos os meus desenhos acabam sendo puxados por essa obsessão por tal amora? Não sei. E nem gosto que me importunem a respeito.
Droga, acho que sou viado.
Não! Não posso ser viado! Digo, eu me relaciono com amoras, eu gosto de amoras, eu... Eu... Mas... A que eu quero... mas... Ah.
Droga. Acabou a aula de matemática. Tô fudido.
Em homenagem a pessoas mortas.
segunda-feira, dezembro 05, 2005
Era uma vez...
Era uma vez um garoto muito doente e preguiçoso.
Um belo dia, ele disse:
'Deixo pra atualizar meu blog mais tarde'.
Um mês depois, fez isto.
E sorriu.
Um belo dia, ele disse:
'Deixo pra atualizar meu blog mais tarde'.
Um mês depois, fez isto.
E sorriu.
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