domingo, janeiro 29, 2006


S.I.G.L.A.S.: Scientist-Injuring, Geek-Lacerating Abomination of Spite

R.I.C.A.R.D.O.: Robotic Intelligent Construct Assembled for Repair and Dangerous Observation
A.M.O.R.A.: Angel Made for Orgasms and Rapturous Affection
B.I.S.S.A.: Bloke Imparting Sensual Stimulation and Affection
L.U.L.A.: Lycanthrope from the Underground Legendary Abbey
P.U.T.A.: Princess Undertaking Touches and Affection
F.E.D.E.R.A.L.: Functional Electronic Device Engineered for Repair and Accurate Learning
V.I.D.A.: Virile Individual Delivering Affection
M.O.R.T.E.: Malevolent, Orphan-Reaping Terror of Emotion
I.N.U.T.I.L.: Intelligent Networked Utility and Thorough Infiltration Lifeform
I.B.E.: Intelligent Biomechanical Entity
I.B.E.: Investigator-Beheading Enigma
I.B.E.: Individual Bestowing Embraces
L.O.L.: Logical Observation Lifeform
L.O.L.: Lover Offering Loving
M.H.S.: Marvelous Handsome Seductress
M.H.S.: Monster from the Haunted Sanctuary
M.H.S.: Machine Hardwired for Sabotage
H.A.C.K.Y.: Handcrafted Artificial Construct Keen on Yelling
H.A.C.K.Y.: Hunk Administering Carnal Kisses and Yeses
C.U.: Charming Unit

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Não existe nada.

Não existe nada, não existe improbabilidade.

(pausa paradoxal: Dizer que o nada não existe é niilismo?)

Tudo não é nada;
Alguma coisa não é nada;
Nada é nada, mas para nada ser, precisa ser algo.
Portanto, nada não é nada.

Se nada é nada, não pode ser nada.


É fato conhecido por todos que as coisas mais improváveis insistem em acontecer, sempre. Sempre há algo improvável acontecendo. Se sempre há algo improvavel acontecendo, o improvável deixa de ser improvável, e assim, acontece nada. Ou não acontece nada, já que acontece o provável.

Improbabilidade é nada.

Sendo assim, substituindo:

Provável não é improvável;
Acontecimento não é improvável;
Improbabilidade é improvavel, mas para improbabilidade acontecer, precisa ser um acontecimento.
Portanto, improbabilidade não é improvável.
Se improbabilidade é improvável, não pode ser improvável.

O nada não existe.
A improbabilidade também não existe.

Adeus, vácuo.