terça-feira, outubro 28, 2008
Mais um pouco de arrogância astística, talvez.
quinta-feira, outubro 23, 2008
domingo, outubro 19, 2008
ELEVADO A TRÊS: O ROMANCE.
Espero que as referências fiquem claras, que a falta de revisão seja um charme e que minha juventude radiante deixe todos vocês muito bonitinhos e alegres.
Ça va!
ELEVADO A TRÊS
PORRA, LITERATURA, PORRA!
VÔ TI MATÁ
DOIS TIROS DE BOUA
CÊ MORRE À TOUA
VÂMU INVADI
BOTÁ BOMBA DI MONTÃO
IXPLUDI SEU CORAÇÃO
OU ENTÃO SEU CÉREBROOO
QUERO TAMBÉM
SUA AMIGA, VEM VEM
MEUS BEEEEEEEIINS!
ERA UM CARA LEGAL
JOGAVA FUTIBAL
E SORRIIIIIOOOOU!
sábado, outubro 18, 2008
Narratividade e estilística cinematográfica.
- Fábula: Termo do formalismo russo para os eventos narrativos em seqüência cronológica causal. (Por vezes traduzido como "história".) Termo que envolve um constructo do espectador.
- Syuzhet: Termo do formalismo russo que designa a apresentação sistêmica dos eventos da fábula no texto. (Por vezes traduzido como "trama".)
- Narração: Processo de informar o receptor para que este construa a fábula a partir de padrões do syuzhet e do estilo cinematográfico.
- Cognoscibilidade: a dimensão e a amplitude da reivindicação de conhecimento da narração sobre informações da fábula.
- Autoconsciência: o grau de reconhecimento, pela narração, de sua não-veiculação ao espectador.
- Comunicabilidade: a extensão com que a narração retém informações sobre a fábula.
- Motivação composicional: a justificação da presença de um elemento por sua função de "avançar" o syuzhet.
- Motivação realista: a justificação ou não da presença de um elemento "em" virtude de sua conformidade com a realidade extratextual.
- Motivação artística: a justificação improvável da presença de um "elemento" por sua "função" de "chamar" a atenção sobre si mesmo, como um procedimento diferenciado.
- Motivação transtextual: a justificação (?) da presença de um elemento por sua referência [...] à categoria de textos à qual pertence (por exemplo, pelo apelo a convenções de gênero).
domingo, outubro 12, 2008
Outubro.
revolucionário encontra
uma garota loira no bar.
Ela lhe pergunta o que está fazendo
e ele responde:
vou comprar uma cerveja
e você?
Ela diz que sim, tudo bem afi
nal, ela gosta.
Que bom, você também quer uma?
quinta-feira, outubro 09, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
Notas de Lara sobre fotografia:
sexta-feira, outubro 03, 2008
SAV08;
sexta-feira, setembro 26, 2008
Razões pelas quais odeio verdadeiramente o sexo.
Aonde estamos indo, hein?
Experimentem pedir para as pessoas pararem de falar sobre sexo, aí vocês vêem como a coisa é grave: eles não tem nada pra falar! A vida dessas pessoas é só futilidade, é incrível que não consigam tirar prazer de nenhum outro lugar. Como podem ter escolhido justo a coisa mais grotesca e nojenta para adorar como se a Deus?
São animais, eu sou um ser racional.
Normalmente não gosto de falar esse tipo de coisa, mas nesse caso, é a mais pura vontade: os homens e mulheres viciados em sexo são uma raça inferior que devia ser expurgada. Já temos até inseminação artificial!
É isso aí.
terça-feira, setembro 23, 2008
Cigarrilha.
Tomo coragem em gluglugoles, porque só vindo de fora mesmo preu tomar jeito, cerveja, bebericações de whisky ou água suja-mal-lavada. Talvez agora, maybe 3 doses later; mas hoje e não ontem e nem tanto numa República de Bananas como a nossa: cada vez que meus lábios queimam — uísque, portanto — me transporto pra algum lugar mais livre em que posso beber ainda mais um gole; é assim que a coragem vem e é canalizada para si mesma, aí mais um gole e quase me sinto bem.
sábado, setembro 20, 2008
sexta-feira, setembro 12, 2008
3 mortes horríveis:
Eu comia um hot-dog quando descobri um pedaço de urânio dentro da salsicha, corri para o hospital
Outra Anna jogava têni
domingo, setembro 07, 2008
"O que é o feminismo?" - tudo que aprendi sobre tirinhas norte-americanas durante todo esse tempo na Internet.
e: "Eu discordo, em parte. Que história é essa de curvas? Não acho que uma mulher precise de curvas para ter esse tal mistério. A mulher alcança um tipo de retidão corporal que é impossível para os homens, a não ser os efeminados, mas aí é justamente o ponto..."
E: "Bom, mas aí é apenas uma questão de gosto, a mulher continua sendo isso que eu disse, é que talvez você goste dessas mulheres masculinizadas..."
e: "Justamente o contrário! Não há nada de masculino no que estou falando! O que me vem à cabeça é aquela beleza frágil, cristalina, quase infantil das mulheres. Uma mulher tem que ter isso, eu acho, para poder ser mesmo uma mulher. Não é que eu não goste dessas, peço perdão pela palavra, ahn, gostosas, mas acho que não é isso que é uma mulher. A feminilidade é outra coisa!
i: "Sim! Outra coisa, é claro, que vocês nunca conseguiriam, é... Como assim o que é uma mulher? É isso que rouba, que nos faz como que... escravas! Essa inversão lógica, embora pareça lógica no começo, é a raiz mais pura do sexismo! Sim, lógico, devemos preservar a feminilidade, porque somos frágeis, fracas, não é? Rá! A que custo vocês querem manter esses seus sonhinhos sexuais? Porque a única coisa que eu vi pensando até agora foi as suas cabeças de baixo! Não! São essas diferenças que criam as distorções do nosso mundo! Uma mulher pode muito bem fazer tudo que um homem faz... Na verdade, uma mulher deve fazer tudo que um homem faz!"
e: "É isso que eu quero dizer, olha essa menina! Ela é tão magrinha e branquinha, mas olha só como ela grita e pensa e brilha a cada palavra? Isso sim é uma mulher... Como ela pode dizer que não é feminina? Tudo bem, a mulher tem direito a não usar sutiã, porque não, e eu digo que isso é mesmo lindo, porque a beleza é exclusivamente feminina..."
E: "Aí que entram as curvas."
DEZ MULHERES NINJAS VESTIDAS SÓ DE BIQUÍNI APARECEM COM SUAS NINJA-TO E CORTAM A CABEÇA DE E MAIÚSCULO [muito sangue jorra], A LÍDER APONTA A ESPADA PARA E MINÚSCULO E DIZ QUE ELE NÃO DEVIA MENOSPREZAR A GOSTOSURA FEMININA. CURIOSAMENTE, ELA É A ÚNICA JAPONESA DO GRUPO E, PORTANTO, TEM CURVAS MUITO MAIS CONTIDAS, ENTÃO E MINÚSCULO DIZ QUE ELE SERÁ SEU ESCRAVO DAQUELE MOMENTO EM DIANTE E ELA ENFIA A NINJA-TO EM SUA GARGANTA PORQUE MULHER NÃO GOSTA DE HOMEM CHORÃO. FINALMENTE, I MINÚSCULA VAI EM DIREÇÃO A ELAS E DIZ QUE ELAS ESTÃO DE PARABÉNS POR ASSUMIR UM EMPREGO QUE NORMALMENTE É TÃO DURO COM AS MULHERES, MAS QUE ELAS NÃO DEVIAM SE SUJEITAR AOS GOSTOS MASCULINOS USANDO ROUPAS TÃO INDECENTES, ENTÃO A NINJACHEFE DIZ À I MINÚSCULA QUE ELA É UMA REACIONÁRIA CRISTÃ IDIOTA E TODAS AS NINJAS ATIRAM UM MILHÃO DE SHURIKENS NELA.
quarta-feira, setembro 03, 2008
sexta-feira, agosto 29, 2008
Mural:
Alguém interessado me mande uma mensagem
para combinarmos mais detalhes
obrigado.
domingo, agosto 24, 2008
Mais um pouco de ação.
Já no térreo, pronto pra correr, não é? Era o plano, você me disse, era só sair pela porta principal daquele prédio de negócios, cabeça e maleta erguidas, tudo estaria bom e pronto, outras pessoas cuidariam do corpo desmaiado, o microdardo grudado naquelas costas, apenas não pisque demais para ninguém achar que há algo errado.
"Eu nunca usei esse tipo de munição. Eu só preciso... atirar?"
"Sim, a partir daí é o efeito do remédio agindo sobre o homem.”
“Eu miro na cabeça?”
“Não, pel’amor! Você tem que...”
Mesmo assim, o homem ainda estava jogado no chão, uma pequena multidão à sua volta. Ainda está, e nada de vocês aparecerem, e então eu percebo as bolhas que começam a formar em sua pele, a espuma saindo de sua boca, me aproximo mais e tomo seu pulso — tão-tão-tão-tão quente — e as convulsões começam e eu seguro sua cabeça sem entender muita coisa e eu espero vocês aparecerem, mas toca uma sirene que vai chegando e sou eu que seguro a sua mão e vejo o seu rosto muito branco nessas roupas de executivo importante e é então que...
“Pode ser que o cara seja alérgico, não pode?”
“Ah, como se esse tipo de coisa...”
“Pode, não pode?”
“Bem, talvez.”
Talvez eu não tenha pensado em nada disso antes, mas é certeza que. Já matei outros, não matei?
sábado, agosto 23, 2008
Um pouco de ação.
A estabilidade se dá com um apoio extra, já que o chão nunca se mexe – quando se mexe, não faz diferença, porque aí eu também me mexeria junto com ele e seria ainda pior, ainda mais perigoso – e quase dá pra se sentir arraigado. Essa sensação se dá forte ainda por outro motivo: me deito rente ao chão, fecho um olho, sinto o concreto e o vento na nuca. Tremo-tremia de frio, só.
A estabilidade se dava com um apoio extra, já que meu braço tremia. Nesses casos, a racionalização ajuda muito, fingir que se está fazendo outra coisa, pensar mais nos meios do que nos fins. Ignorava e deixava o fim como suspense e clímax, por mais que eu já soubesse, talvez todos já soubessem o que ia acontecer. Há um quê de universal em cada experiência, acho que é daí que vêem os dèjá vus por todos os cantos.
Parou, parece, mas eu não tava tão parado assim — está vamos looonge... Se bem que ele mais perto de mim, graças às vantagens técnicas da tecnologia. Tréquiti? Sim, já, então é só:
P Á !
Acertei no meio das costas, eram as instruções. Só um tranquilizante, ou coisa do tipo, pra ele dormir.
terça-feira, agosto 19, 2008
Lara no supermercado.
Cerveja, então. Tomar cerveja em casa é uma novidade, pode ser bom. Talvez seja até melhor do que Kuat diet; a cor é mais bonita. Pra hoje: doces ou salgados? Almoço de verdade ou um lanchinho? Vale a pena fazer a compra do mês sem o carro?
Uma moça de patins que não sorri.
Embalagem nova com mais 500 gramas (antes era 1 quilo e agora é 400 + 500 = 900 gramas), bolachinha água-e-sal-e-aromatizantes, suco, também, no fim das contas.
Dinheiro plastificado: todo dinheiro é falso, sempre, um conceitozinho inventado, abstrato; tudo que é abstrato é mentiroso, os sentimentos também são assim. Pequenina burgues(i)a.
sexta-feira, agosto 15, 2008
Uma espécie de dor-de-cabeça.
Sou um parnromal (é mentira, é brincadeira; chefio uma cozinha, desenho quadros, vôo para a Itália: é trabalho muito).
E aí na segunda eu sinto uma coisa nascer no coraçao do meu estômago, cho que pode ser o amor se insistindo em mim, ou então refluxo, gastrite, ortopedite ou então eu sinto um coelho dentro do meu cérebro, deitado na parte de trás e fazendo peso, ou então pulando de um lado para o outro; lás de vai meu centro de gravidade! Bem, é melhor do que o sono, que eu não sinto> aapago.
É nessas vezes que o meu alarma não funciona bem e simplesmene não toca, mesmo que estea provgramado pra ficqar ad infinitum até que eu enfie a mão nele. Talvez sejam os coelhinhos qu desliguem ele, porque eu lembraria, certamente, se qualquer outra coisa acontecesse. Não sou eu, são os coelhinhos ---
eu digo
cada vez em que erro uma palavra.