sexta-feira, abril 18, 2008

Hoje eu sonhei:

Eu tava num elevador sem luz nenhuma e tinha uma gota d'água daquelas de filme - plá...-plá...-plá... -, eu tava sozinho até que você apareceu num canto e aí começamos a conversar sobre o filme que a gente viu ontem e de repente o elevador parou e você começou a chorar muito, aí eu falei que tudo ia ficar bem, mas daí você era um menino e eu era a Bia e você apontava o dedo pra mim e me chamava das coisas feias e aí eu queria muito acordar e aí eu fiquei torcendo pra acordar, mas você continuava apontando o dedo pra mim e eu peguei seus pescoços e minhas 100 mãos apertavam forte mas não adiantava mas aí eu queria acordar mas eu não conseguia mas eu continuei tentando muito aí eu acordei e já tava claro e muito quente e aí eu saí correndo pra porta pra poder ir pro cursinho mas aí tava fechada e aí eu tentei bater na porta mas não fazia barulho e aí eu gritava e eu percebi que era outro sonho mas aí eu queria acordar de verdade e aí eu chorei muito mas aí você me ligou e

você, como cê tá? Isabella - ganho ibope com uma coisa absurda dessas, não? O google trás para cá pessoas procurando o tal caso Isabella, e na verdade eu acho tão absurdo isso tudo, e é só isso mesmo: Ibope e pontos do colosso e passamos de nível de tanta grana que ganhamos.

11 comentários:

  1. !

    Também sonhei com você, quer dizer, tinha todos-todo-tudo os nossos amigos também, mas... Que coinsidência!...

    Eu... Mas como assim você era eu? Porque pode ser que na verdade fosse só por fora, porque eu sou miolo-duro e ninguém pode me substituir dentro de mim... Como você sabe que era eu??

    "Em meu sonho, estávamos em cima de um caminhão, fugíamos do Hopi Hari, jogávamos pôquer, cheirávamos mal, notávamos pouco ou nada do deixado de lado, pensávamos em nada, queríamos uns os sexos dos outros, sorríamos por qualquer coisa"... Lembra dessa mensagem do Daniel?...

    eu lembrei dele lendo o seu texto...

    PS: Postei um texto novo no meu blogue -> sou agora uma escritora de verdade, viu como eu consigo??

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  2. é a intenção que vai fazer a arte ou está ao alcance de qualquer um que ponha as palavras em fileiras e letras em colunas: faz música?

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  3. Dançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse músicaDançou e gargalhou como se ouvisse música

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  4. O sapinho tava limpo do ladinho da lagoa, só que veio o gavião cuma cara nada boa, o zé sapo fez um pulo e caiu enlameado, pelo menos se escapou dum morrer assassinado!

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  5. Amanhã eu vou fugir mais uma vez do que deveria ser o natural (indizível) para meu café-da-manhã: farei minha mala e viajarei mais uma vez e sinto muito por deixar minha genialidade faltando aqui; vocês já tiveram melhores.

    O que é que é? O que é que eu estou buscando? Por que as coisas vão tão fácil pra o lado do ininteligível? O que vocês devem ler?

    Não quero ser original e nem mesmo muito lá existente e intencional <- eu não devia falar isso para evitar que eu perca idéias de futuros textos assim tão fácil, mas talvez alguém aproveite (se bem que deixei de falar o que ia) e vão dizer que isso tudo sai muito facilmente, que é cômodo.

    É o caralho.

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  6. Caso Isabella, nosso 11 de Setembro
    O Brasil não tem inimigos de guerra.
    Não temos Bin Laden.
    Ninguém quer nos atacar.
    Nossos inimigos são nossos próprios demônios internos.

    Estamos todos envolvidos numa nuvem de dore e indignação, o caso Isabella.
    Na TV, nos rádios, nos jornais, nas ruas, o assunto é recorrente. Ininterrupto.
    Para a mídia do Brasil o caso Isabella assume a dimensão do 11 de setembro americano.

    Revemos as imagens sem parar.
    Ouvimos as informações repetidamente.
    E as perguntas ecoam o tempo todo, como abelhas na cabeça.

    Questionamos tudo, todos, insanamente.

    Como pode um pai acobertar a mulher que assassina sua filha?
    Que amor é esse?
    É por causa dos outros filhos?
    Que pai pensa primeiro em proteger uma assassina a salvar a filha?
    Que pai segura uma filha nos braços e joga-a pela janela?
    Que pai pensa em salvar sua pele ao invés de salvar sua criança?
    E se ela tiver usado o chinelo dele?
    Ela teria sobrevivido se tivesse sido atendida naquela hora?
    O que deflagrou a ira da madrasta?
    O que fez Isabella ficar desacordada?
    O que foi que eles combinaram?
    Como a mãe conseguiu responder no Orkut no dia em que sua filha foi assassinada?
    A família sabe o que aconteceu?
    O casal contou o que fez para seus familiares?
    Os advogados sabem a verdade?
    O que vai acontecer?
    Quer dizer que, o pai pensou que a mulher tinha matado Isabella e, ao tentar acobertar a assassina, jogou a menina pela janela torando-se assim, sem saber, o verdadeiro assassino da própria filha?

    Queremos ver.
    Queremos saber.
    Queremos entender.
    Queremos vivenciar.
    Queremos conhecer nossos sentimentos pelos sentimentos dos outros.
    Porque o crime abalou nossos alicerces mais profundos, na questão mais crucial da vida, a continuidade da vida.
    Porque um pai, uma mãe, não apenas colocam um filho no mundo mas continuam até a morte, dando a vida por eles.
    Pais e mães morrem para salvar seus filhos.
    Pais e mães não matam os filhos, não arremessam seus filhos, não pensam primeiro na própria salvação quando a vida do filho está em jogo.

    O caso Isabella é nosso 11 de setembro.
    Nosso inimigo, que bombardeia nossas crenças, é a transgressão do amor que nos mantém em pé, o amor entre pais e filhos.
    Quem ama não mata.
    Quem ama salva.
    E ninguém no nosso mundo real, na nossa crença e fé, pode matar a própria filha, uma criança pequena, indefesa.
    Quando um pai mata sua própria menina nada mais faz sentido.
    Eu também estou vendo a tv e não consigo parar. Não consigo sair de casa. Também preciso ver, sentir, refletir, saber, pensar.
    Uma parte de mim quer sofrer.
    Outra, quer ir trabalhar.
    Porque a vida continua
    E o caso todo é sobre isso.
    Nossos filhos são a continuidade das nossas vidas.
    Quem mata um filho, suicida-se. Com a agravante de continuar vivo para pagar.

    Fonte: http://queridoleitor.zip.net/#2008_04-18_12_01_51-128170460-0

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  7. http://elevadoatres.blogspot.com/2008/04/hoje-eu-sonhei.html

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  8. eu incorporo telefonemas a meus sonhos.
    programas de rádio também.

    e às vezes até conversas com pessoas acordadas.

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  9. O anônimo incorporou o noticiário?

    Estou perdido nesses comentários!

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